Será que nosso armário de coisas esta preenchida de luz?
Aqueles que viveram em outro século dizem a palavra lâmpada com outros lábios deferentes dos lábios de hoje.
A lâmpada como signo nos leva a várias sensações, aguçando sentidos. Lembro quando era moleque de ter tocado naquele pano da lâmpada que pega fogo, aquele dentro da lâmpada, que era o próprio que dava a vida. Lembro ate da textura, que se assemelhava muito a da gase (dos curativos) não tento nenhuma sensação que fogo trazia. A lâmpada era vista como aquela pequena criatura criadora de luz, a importância dela para a dinâmica da vida era fundamental como também se tornou fundamental os clicks para acender ou apagar... a eletricidade! Com a popularização da luz a lâmpada caiu em desuso, ate era usado a pouco tempo nas casas de praia, mais também isso acabou, a não ser quando falta a luz, ai sim lembramos da preciosa. Caiu também os prazeres em poder acender e mais que isso, poder realizar toda aquela performance da lâmpada. O roteiro da compra dos materiais ate a ação em acender foi restrita a simples ação do SIM ou NÃO. A magia da lâmpada, agora, só é vista do processo da memória, do inevitável.
Ah! As cadeiras também colocaram suas luzes, seu fogo e suas memórias, por uma historia surpreendente ou um segredo de família, foi colocado em cena, seguindo um roteiro de fatos, um ouvindo o outro...
Os gestos fotográficos que ficaram, marcaram: o menino sem olhos; a entrada do Lion no banheiro vendo uma aranha; o cara de branco encostado na parede; a fotografia da Kátia com os punhos serrados no peito que se formam na hora que ela falou da morte de seu irmão.
A trajeto do ser é marcado por acontecimentos espontâneos com a memória por traz trazendo a tona toda essa expressão, o ‘’gestus’’ com uma variedade de significados que quando colocados em cena tornam-se objetos de percepção de sentimento, desejo e memória.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sociedades programadas
Sociedades programadas foram duas palavras que descrevem muitas mais que duas idéias. As sociedades programadas ‘’ exigem, para seus propósitos mercantis, o desenvolvimento de um tipo peculiar de personalidade em seus integrantes, embasada em larga medida no medo e na insegurança contemporânea, integrantes tomados não como indivíduos autônomos e sujeitos de suas próprias escolhas segundo o papel dos consumidores passiveis’’
O jogo do dia teve inicio com a formação de duplas, no meu caso formação de um trio, pois foi o que restou, para mim, Paulo e Maira. O jogo começou com a vestimenta pedida na aula passada, foi engraçada, a coincidência foi tanta que o Paulo que ficou no meu grupo, foi com a mesma camiseta verde que eu estava. A roupa representava: primeiro a camiseta que eu roubei do meu irmão sem nenhum questionamento dele e uma sunga que foi queimada na bunda em dos festivais de e-music que fui, fazendo da sunga muito importante para mim, mais que foi questionada pela wlad, fiquei muito mal com quebra. Foi loco a maneira que me senti, pois vivenciei como acontece quando lhe retiram uma coisa de que tanto você gosta ou tem algum apego, enfim... A sunga não rolou, acabei ficando com um short improvisado na hora.
Depois foi pedido que fizéssemos o ‘’percurso da casa’’ com mais um indutor: que a cada intervalo o abraço acontecesse. Esqueci uma coisa: foi dito também que conversássemos sobre o melhor abraço para nós. O exercício foi muito interessante, não sei se tinha alguma conexão entre a historia do outro e a nossa, mais o abraço, para mim sugeriu muito isso, a conexão! Foi interessante que tanto o corpo do Paulo como da Maira e ate mesmo o meu, são corpos diferentes sem nenhum equilíbrio, gordo, magro, alto, enfim... O entrosamento do nosso, privilegiado, GRUPO foi muito satisfatório.
O jogo do dia teve inicio com a formação de duplas, no meu caso formação de um trio, pois foi o que restou, para mim, Paulo e Maira. O jogo começou com a vestimenta pedida na aula passada, foi engraçada, a coincidência foi tanta que o Paulo que ficou no meu grupo, foi com a mesma camiseta verde que eu estava. A roupa representava: primeiro a camiseta que eu roubei do meu irmão sem nenhum questionamento dele e uma sunga que foi queimada na bunda em dos festivais de e-music que fui, fazendo da sunga muito importante para mim, mais que foi questionada pela wlad, fiquei muito mal com quebra. Foi loco a maneira que me senti, pois vivenciei como acontece quando lhe retiram uma coisa de que tanto você gosta ou tem algum apego, enfim... A sunga não rolou, acabei ficando com um short improvisado na hora.
Depois foi pedido que fizéssemos o ‘’percurso da casa’’ com mais um indutor: que a cada intervalo o abraço acontecesse. Esqueci uma coisa: foi dito também que conversássemos sobre o melhor abraço para nós. O exercício foi muito interessante, não sei se tinha alguma conexão entre a historia do outro e a nossa, mais o abraço, para mim sugeriu muito isso, a conexão! Foi interessante que tanto o corpo do Paulo como da Maira e ate mesmo o meu, são corpos diferentes sem nenhum equilíbrio, gordo, magro, alto, enfim... O entrosamento do nosso, privilegiado, GRUPO foi muito satisfatório.
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