segunda-feira, 21 de junho de 2010

enfim...sós!

Todas as propostas de textos debatidos e discutidos na disciplina ‘’trajetória do ser’’ tornam-se com um sentido maior a partir da discussão desta aula, sobre o tãofalado pós-conteporanêo.
Essa nova fase de todos os processos artísticos se confunde com narrativas enviesadas, discutida em nossa primeira aula. O debate foi um dos mais interessantes, poiscada um estava ansioso em poder disser as alterações que tiveram e o resultadode colagem e tri colagem ao longo da disciplina.
O resultado apresentado na ultimo sábado foi divido em duas salas, com ‘’temperaturas’’ totalmente diferente uma da outra: a primeira, da qual foi à sala dos quechegaram mais cedo e puseram todo seu enorme material no espaço, ‘’impedindo’’ outros de colocarem, mesmoachando, senhores, que foi uma obra ideal, com uma contemplação visualesteticamente pós-contemporânea, que fazia ressurgir no espectador, e em mim,um estado de loucura controlada, que só era controlada, pois soubera quepoderia sair dali. A obra se completava meus senhores, era algo que causavaespanto e medo. Eras ‘‘recepcionadas’’ como um louco dizendo: ‘’ essa bonecapiscou para mim... ’’. E havia mesmo uma boneca virada com uma aranha e umcavalo branco, não esquecendo, senhores, que tudo foi tirado de experiências deoutros e de nós mesmos ao longo da disciplina. E não bastando, em seguida, uma‘’louca’’ com uma experiência visceral que passava em sua barriga com cânticosdaimistas um saco que supunha ser seu próprio sangue. E pra terminar essa‘’recepção’’, conto do louco que usou uma daquelas imensas lixeiras, que estavaantes com lixo por sinal, ficando imerso de água, e pendurando-se em uma cordanu.
Na outra sala o jogo existiu, de forma singela e tímida, mais existiu, ate porque nos percebemos do tempo depois dele passar, quando deram o comando para pararmos epercebendo o tempo comprimido, e se comprimiu em apenas 1 minuto o tempo de 50minutos, visto em todos com espanto, e na ânsia de ver e fazer.
Toda essa pratica explicada no pós-contemporâneo debatido e discutido por dois colegas do curso, finalizando nosso primeiro semestre.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

saiba canalizar.

O contato telepático com consciências multidimensionais não só traz informações essenciais para o progresso da humanidade como também acelera a evolução do próprio canal.
Canalização é um termo relativamente novo no universo dos fenômenos espirituais e, justamente por isso, seu significado ainda não é bem compreendido. Embora seja também um processo utilizado por entidadesespirituais para comunicar-se com o mundo físico, a canalização é bem diferentedo fenômeno da incorporação vivenciada pelos médiuns espíritas.
A comunicação mediúnica acontece entre seres que estão em condições diferentes (encarnados e desencarnados), mas que são da mesma "espécie" humana. Já na canalização, há o intercâmbio do serencarnado com um tipo de inteligência ou consciência de evolução mais adiantadae, freqüentemente, pertencente a civilizações extraterrenas. Esse contato seprocessa por meio da mente supra-consciente do canal e, normalmente, destina-seà transmissão de ensinamentos espirituais, científicos ou filosóficos que estãomuito além do conhecimento do receptor.
Para o entendimento da canalização, é preciso levar-se em conta dois fatores: que somos muito mais do que só matéria física, mas um complexo de energia radiante, que emite e recebe freqüências de maneiras aindanão totalmente conhecidas pela ciência terrestre; e que existem outrasdimensões de existência além dessa em que nos encontramos, nas quais seres deenergias físicas e não-físicas recebem e emitem freqüências que podem sercaptadas por seres adequadamente sintonizados.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

da interpretação.

Interpretação é uma ação que consiste em estabelecer, simultânea ou consecutivamente, comunicação verbal ou não verbal entre duas entidades que não usem o mesmo código. É um termo
ambíguo, tanto podendo referir-se ao processo quanto ao seu resultado - isto é,por exemplo, tanto ao conjunto de processos mentais que ocorrem num leitorquando interpreta um texto, quanto aos comentários que este poderá tecer depoisde ter lido o texto. Pode, portanto, consistir na descoberta do sentido esignificado de algo - geralmente, fruto da ação humana.
No texto ele critica o sistema tripolar – ator- personagem-espectador. No texto ele infere o modelo utilizado de só interpretar, quer que isso mude que o ator viva opersonagem e perceba a platéia, não colocar uma fenda e fingir que não estavendo a platéia, esse é o posicionamento dele que muitos vão contra.
Identikit de ator, é como se fosse um conjunto de diversas características faciais, mais ou menos um retrato falado.
Logo depois foi pedido para que mostrasse o roteiro objeto.
Cada roteiro com uma preciosidade e impregnado com um resultado subjetivo surpreendente.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O teatro é um lugar publico!

A convocação, de forma publica, e a realização de uma reunião, seja qual for seu objetivo, é um ato político. O teatro é, portanto uma atividade intrinsecamente política. Não em razão do que aí é mostrado ou debatido-embora tudo esteja ligado - mas, de maneira mais originaria, antes de qualquer conteúdo, pelo fato, pela natureza da reunião que estabelece. O objeto da assembléia não é indiferente: mas o político está antes de qualquer objeto, pelo fato de os indivíduos se terem reunidos, se terem aproximados publicamente, abertamente.
A arquitetura, como se sabe, é arquipolitica : arte instituída pela política e que talvez, em contrapartida, institua. Pensar em teatro a partir de descrições de que acontece em cena, ignorando que a existência, a forma, o lugar, o volume desta cena devem a uma construção- que é universal e não obvia.
Com isso é possível expandir sensações e pensamentos sobre o ‘’verdadeiro ideal’’ do fazer teatral, pondo em jogo, em foco, qual o compromisso com a responsabilidade política do ato artístico, ou se isso também não interessa e faz parte apenas de mais uma das leituras de segunda.
Sendo colocado novamente o jogo da cadeira e da conversa com o oculto. Hoje foi o dia do Lion, Adhara e Paulo, conversarem com alguém que gostariam muito de conversar.
A captura do movimento de hoje foi: o cruzar das pernas da Adhara e o ‘’corpo’’ pensativo do Paulo.
Eu não posso esquecer também de convidar todos os senhores a comparecer dia 19 para apresentação publica do trabalho final da disciplina trajetórias do ser.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

oculto

‘’A sensação do cheiro depende de um estimulo externo que excita o órgão correspondente dos sentidos, nesse caso o olfato. Enquanto visão e audição reagem a estímulos físicos, dependentes de ondas luminosas e sonoras, e o tato é um sentido mecânico, o olfato e o paladar reagem a estímulos químicos. A sensação do cheiro é produzida porque as moléculas de algum objeto desprende-se e chega por difusão em nosso nariz’’.
Cheiro é o único sentido que não se combina com o tato!


Qual foi o cheiro das palavras dos discursos que foram ditos no que estava na cadeira?

Qual foi a audição do senhor oculto?

segunda-feira, 17 de maio de 2010

devir.

Edmound Couchot é conhecido por seu historico profissional ao tentar sintetizar a pintura gestual,plastica e cinética. O resultado deste trabalho veio a ser conhecido como arte digital, ou arte numerica.
Seu estilo surgiu da utilização de meios eletronicos, digitais e interativos para expor sua arte, como de 1968 a 1973, quando interessado na participação do publico, produziu uma série de dispositivos que chamou de ‘’musica móvel’’, aparelhos que recebiam os sinais sonoros e disponibilizavam imagens na tela de um computador.
Edmound Couchot analisa a crescente automatização das tecnicas figurativas e sua influencia no olhar humano. Num primeiro momento, sua preocupação com o poder da maquina(como ele deixa claro logo de saíde, ‘’ a fotografia automatizou a captura de imagem e sua reprodução, o cinema automatizou o registro do movimento, a televisão automatizou sua difusão e a tornou instantânea’’).
Mas Couchot não é anti-maquina: seu objetivo é analizar não somente o impacto da tecnologia(muitos já o fizeram), mas entender sob qie condições a imagem é inteligivel. A maquina, ainda que deixada sozinha, é capaz de criar imagens ininteligiveis ou de uma inteligibilidade que peça a reflexão que só um humana pode fazer?
Para ele, seguindo mais ou menos o ideario dada, ‘’ a arte não é mais a arte’’. Com as novas midias, a arte teria se derramado para além de suas fronteiras. Hoje não se precisa mais, por exemplo, fazer uma colagem com papel ou material fisico: uma colagem digital, feita de pixels e de imagens desencorporadas, pode perfeitamente substituir a antiga tecnica dadaista-surrealista. Os bricoleurs contemporaneos usam as tecnicas reiventando-as, gerando obras que a industria de software jamais imaginou.
Não podendo esquecer o ‘’tempo ucrônico’’ citado por Couchot, que diz que o tempo não-linear, o tempo fora do tempo, onde ocorre os processos de simulação, e novos dispositivos e signos são criados para dar conta dessa nova realidade, virtual ou a real ressignificada.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Lugar? Land art? Espaço?

Segundo Anthony Giddens formular da teoria da estruturação (tem como ideia principal a de prática social) diz que a palavra espaço é utilizada genericamente, enquanto ‘’lugar’’ se refere a uma noção especifica do espaço: trata-se de um espaço particular, familiar, responsavel pela construção de nossas raizes e nossas referencias no mundo. O objetivo do autor é discutir o espaço territorializado da arte, isto é, seu lugar fisico e simbolico. Segundo o ator uma das caracteristicas que define a existencia da arte é o fato de ela ocupar um espaço comumente pensado como o espaço institucionalizado do museo ouy galeria, para citar os exemplos mais conhecidos de instituições artisticas. Ele discuti tambem o valor da autonomia da arte.
O land arte É um tipo de arte que, por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitas vezes não vão além do estágio de projeto.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

tempo e memoria.

Tempo e memória foram os assuntos em debate nessa aula, o texto fazia referencia ao comportamento do tempo e o nosso total esquecimento de sensações e emoções dadas pela vida. Relata o modo de construção da sua memória fazendo alusão a construção da vida, um dos pontos que me chamou a atenção foi a citação de um exemplo de um personagem que fica sem a memória recente e que consegue lembra apenas quinze minutos de qualquer fato que ocorreu com ele, isso tudo devido presenciar o estupro e morte de sua esposa. Com isso ele decide fazer registro de tudo que acontece com ele, já que ele esquece. Começa a capturar imagens com uma câmera e fazer anotações em uma caderneta de tudo o que acontece com ele.
O texto vem questionar a nossa cegueira e esquecimento de sensações, emoções e lembranças da nossa vida tudo devido a falta de tempo pra nós mesmos, e o não registro dos acontecimentos da nossa próprio existência e fazer a diferença entre nossa memória funcional e nossa memória arquivo que elas possam dialogar com todo espaço-tempo.
Em seguida foi sugerido que todos ficassem em pé, e lembrasse à frente da sua casa, o portão, a porta, o que fosse... Depois que nós fizéssemos o percurso da entrada da casa ate hora de dormir(atenção que esse percurso serio no momento da volta a casa depois da aula).
Ocorrendo a primeira parti, foi pedido para que fizéssemos de novo, porem percebendo o espaço e percebendo os colegas de forma que houvesse um sincronismo, para que todos fossem ‘’dormir’’ juntos.
O dever de casa do dia foi que na próxima aula trouxéssemos a roupa que mais gostássemos de usar.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

jogando!

Evidentemente, dizem que sabemos que ‘’jogamos’’ o tempo todo, que o mundo é um teatro, que não passamos de atores de inúmeros papéis. Assim todos precisamos das técnicas corporais teatrais para vender mercadorias mais ou menos frescas a clientela muito familiarizada com as técnicas de marketing. O teatro é alvo de preconceitos, ele exibe sua imagem de caixa de ressonância, de arte da imitação, ele é tido como um kit de mascaras cujo uso correto deve ser dominado. Mas será que não estaríamos considerando apenas a supeficie de abordagem bem mais diversificada?
A questão central incide sobre a importância do jogo na atuação teatral e diz respeito tanto ao ator, como ponto de referencia, quanto ao não ator, adulto e criança. Não porque as praticas devessem ser as mesmas para todo mundo, mas por trata-se de delimitar a relação com o jogo como motor, e de tirar proveito disso para diferentes setores que nos interessam.
O texto exposto e debatido na aula de hoje entra em sintonia com a disciplina de tópicos da psicologia onde o autor cita sobre objetos transicionais que vem a ser essencial para a criança que, desse modo, cria seus pontos de referencia entre ela e a mãe, entre eu e o não-eu. Constatando que a realidade psíquica interior(ele não se distingui do sonho e da fantasia), nem da realidade exterior(ele não se confunde com a experiência real), que ele não esta nem dentro nem fora onde winnicott o situa em uma zona intermediaria, um espaço potencial definido como o campo da experimentação criativa.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

luz ou lamparina?

Será que nosso armário de coisas esta preenchida de luz?
Aqueles que viveram em outro século dizem a palavra lâmpada com outros lábios deferentes dos lábios de hoje.
A lâmpada como signo nos leva a várias sensações, aguçando sentidos. Lembro quando era moleque de ter tocado naquele pano da lâmpada que pega fogo, aquele dentro da lâmpada, que era o próprio que dava a vida. Lembro ate da textura, que se assemelhava muito a da gase (dos curativos) não tento nenhuma sensação que fogo trazia. A lâmpada era vista como aquela pequena criatura criadora de luz, a importância dela para a dinâmica da vida era fundamental como também se tornou fundamental os clicks para acender ou apagar... a eletricidade! Com a popularização da luz a lâmpada caiu em desuso, ate era usado a pouco tempo nas casas de praia, mais também isso acabou, a não ser quando falta a luz, ai sim lembramos da preciosa. Caiu também os prazeres em poder acender e mais que isso, poder realizar toda aquela performance da lâmpada. O roteiro da compra dos materiais ate a ação em acender foi restrita a simples ação do SIM ou NÃO. A magia da lâmpada, agora, só é vista do processo da memória, do inevitável.
Ah! As cadeiras também colocaram suas luzes, seu fogo e suas memórias, por uma historia surpreendente ou um segredo de família, foi colocado em cena, seguindo um roteiro de fatos, um ouvindo o outro...
Os gestos fotográficos que ficaram, marcaram: o menino sem olhos; a entrada do Lion no banheiro vendo uma aranha; o cara de branco encostado na parede; a fotografia da Kátia com os punhos serrados no peito que se formam na hora que ela falou da morte de seu irmão.
A trajeto do ser é marcado por acontecimentos espontâneos com a memória por traz trazendo a tona toda essa expressão, o ‘’gestus’’ com uma variedade de significados que quando colocados em cena tornam-se objetos de percepção de sentimento, desejo e memória.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

sociedades programadas

Sociedades programadas foram duas palavras que descrevem muitas mais que duas idéias. As sociedades programadas ‘’ exigem, para seus propósitos mercantis, o desenvolvimento de um tipo peculiar de personalidade em seus integrantes, embasada em larga medida no medo e na insegurança contemporânea, integrantes tomados não como indivíduos autônomos e sujeitos de suas próprias escolhas segundo o papel dos consumidores passiveis’’
O jogo do dia teve inicio com a formação de duplas, no meu caso formação de um trio, pois foi o que restou, para mim, Paulo e Maira. O jogo começou com a vestimenta pedida na aula passada, foi engraçada, a coincidência foi tanta que o Paulo que ficou no meu grupo, foi com a mesma camiseta verde que eu estava. A roupa representava: primeiro a camiseta que eu roubei do meu irmão sem nenhum questionamento dele e uma sunga que foi queimada na bunda em dos festivais de e-music que fui, fazendo da sunga muito importante para mim, mais que foi questionada pela wlad, fiquei muito mal com quebra. Foi loco a maneira que me senti, pois vivenciei como acontece quando lhe retiram uma coisa de que tanto você gosta ou tem algum apego, enfim... A sunga não rolou, acabei ficando com um short improvisado na hora.
Depois foi pedido que fizéssemos o ‘’percurso da casa’’ com mais um indutor: que a cada intervalo o abraço acontecesse. Esqueci uma coisa: foi dito também que conversássemos sobre o melhor abraço para nós. O exercício foi muito interessante, não sei se tinha alguma conexão entre a historia do outro e a nossa, mais o abraço, para mim sugeriu muito isso, a conexão! Foi interessante que tanto o corpo do Paulo como da Maira e ate mesmo o meu, são corpos diferentes sem nenhum equilíbrio, gordo, magro, alto, enfim... O entrosamento do nosso, privilegiado, GRUPO foi muito satisfatório.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A performance.

Será que existe realmente a ‘’performance do professor’’? Qual será a performance do professor de teatro?
Sai da aula com essas perguntas que fizeram questionar posturas de professores da própria escola e compara ao modo de trabalho deles na escola e em suas grupos, paralelamente a sala de aula.
O desenrolar da aula deu-se a partir do momento que todos começaram a argumentar seus pontos de vista sobre o texto ‘’ narrativas enviesadas’’ que mostrava mais uma das formas do fazer teatral. A leitura sugere uma dramaturgia totalmente alinear com uma construção cênica em blocos(blocking) referindo o termo usado no livro do Patrice PAVIS, ANALISE DOS ESPETACULOS.
O assunto foi debatido de forma bem ‘’civilizada’’, uns concordando com outros, outros discordando de alguns, uns não entendendo nada, outros nem queriam entender.
O segundo momento da aula foi bem estranho, pois mesmo a provocadora sugerindo um processo que era pra encaminhar de uma forma, muitos não conseguiram entender (eu mesmo não entendi o objetivo). Não consegui entender qual era a intenção, mesmo sabendo que a arte toma forma do processo abstrato e isso aquilo e isso, enfim... Não ficou claro.
Uma pessoa era escolhida ou se escolhia, encaminhando-se para frente. Ela iria lembrar de alguma imagem que tornou-se uma fotografia de sua infância, a partir daí era perguntado quantas pessoas faziam parti desse momento(o numero de pessoas existentes na ‘’cena dela’’ era o numero de pessoas que iram entrar na cena. Depois elas ficavam em posição e só podia fazer o ‘’movimento do coração’’ que sugeria uma movimentação que seu ‘’ coração lhe impulsionava.
Ate ai tudo tranqüilo... Mais depois começou o desenrolar do exercicio, os ‘’comandantes’’ que davam as regras: eu e satanás( Leandro). Primeiro eu fui com nenhuma proposta e não sabendo nem o que estava fazendo, ‘’acho que o barato era esse mesmo’’. Mais no desenrolar percebi que poderia ‘’mexer’’ com os sentimentos dos participantes colocando emoções e fazendo com que eles pudessem vivenciar alguns sentimentos daquele momento, fui bastante ríspido, daí vem meu questionamento do principio, pois nesse momento, não pensei em ser pedagógico ou legal, queria ver qual era o papo e o que aquela PORRA iria dar. Percebi que algumas pessoas não gostaram e ate questionaram, isso sim é legal, porque todas as vezes que és questionado, ficas remoendo o porquê.
E a roda dos debates se instalou, essa é a melhor parti da aula, a hora das criticas... O melhor é quando elas vêem do lugar menos inesperado e fazendo te provocar, daí o masoquismo toma conta, gostei muito da opinião dos colegas, é claro que temos que considerar tais opiniões que percebemos que não existem nem um fundo de maldade ou ‘’foda-se você também’’, mais aquelas que te fazem refletir que te chamem pra pensar e fumar um cigarro!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Larga ti... já.

Ansiedade, agonia e vontade podem estar descrevendo nosso primeiro dia de aula na licenciatura, os nervos exaltados com constante liberação da serotoninas e dopaminas. O entusiasmo tomou conta, era visível em quase todos, bem legal de fato, tiveram pessoas que não apresentaram tal empolgação, mas que depois deram a palavra explicando o cansaço.
‘’vinte e quatro é o numero do veado’’, a conversa também chegou nesse ponto, porém vinte e quatro era o numero de pessoas na sala, uma turma interessante, alguns já tenho o contato de dois anos, colegas do curso terminado ano passado, o técnico em ator, outros não faço idéia quem seja, mais acho que são pessoas legais, outros já têm experiência há um tempo na área. E são essas as pessoas que irei conviver durante quatro belos anos. É muito não é?
A aula começou com uma grande roda, wladilene explicando a emenda, objetivos e todo o processo da disciplina. Depois cada aluno teria que por vontade própria, ir ate uma cadeira da qual você poderia locomover da forma que quisesse para fazer sua apresentação. Todos foram por sua própria vontade e falaram de você e o que entendiam o que era teatro.
Em seguida foi proposto um exercício que precisaria de quatro pessoas. Foi pedido que esses quatro se colocassem na forma que eles dormiam e depois começassem a se levantar dizendo uma frase que viesse na cabeça deles, estabelecida a frase, eles tiveram que se encaminhar para uma primeira posição que não fosse confortável, seguindo o processo... ‘’forma do sono, primeira posição do desconforto, frase, volta a posição do desconforto, e forma do sono’’ fazendo isso em seqüência.
Por enquanto é só ‘’pessoas’’, a aventura só estar começando.