segunda-feira, 12 de abril de 2010

sociedades programadas

Sociedades programadas foram duas palavras que descrevem muitas mais que duas idéias. As sociedades programadas ‘’ exigem, para seus propósitos mercantis, o desenvolvimento de um tipo peculiar de personalidade em seus integrantes, embasada em larga medida no medo e na insegurança contemporânea, integrantes tomados não como indivíduos autônomos e sujeitos de suas próprias escolhas segundo o papel dos consumidores passiveis’’
O jogo do dia teve inicio com a formação de duplas, no meu caso formação de um trio, pois foi o que restou, para mim, Paulo e Maira. O jogo começou com a vestimenta pedida na aula passada, foi engraçada, a coincidência foi tanta que o Paulo que ficou no meu grupo, foi com a mesma camiseta verde que eu estava. A roupa representava: primeiro a camiseta que eu roubei do meu irmão sem nenhum questionamento dele e uma sunga que foi queimada na bunda em dos festivais de e-music que fui, fazendo da sunga muito importante para mim, mais que foi questionada pela wlad, fiquei muito mal com quebra. Foi loco a maneira que me senti, pois vivenciei como acontece quando lhe retiram uma coisa de que tanto você gosta ou tem algum apego, enfim... A sunga não rolou, acabei ficando com um short improvisado na hora.
Depois foi pedido que fizéssemos o ‘’percurso da casa’’ com mais um indutor: que a cada intervalo o abraço acontecesse. Esqueci uma coisa: foi dito também que conversássemos sobre o melhor abraço para nós. O exercício foi muito interessante, não sei se tinha alguma conexão entre a historia do outro e a nossa, mais o abraço, para mim sugeriu muito isso, a conexão! Foi interessante que tanto o corpo do Paulo como da Maira e ate mesmo o meu, são corpos diferentes sem nenhum equilíbrio, gordo, magro, alto, enfim... O entrosamento do nosso, privilegiado, GRUPO foi muito satisfatório.

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