Evidentemente, dizem que sabemos que ‘’jogamos’’ o tempo todo, que o mundo é um teatro, que não passamos de atores de inúmeros papéis. Assim todos precisamos das técnicas corporais teatrais para vender mercadorias mais ou menos frescas a clientela muito familiarizada com as técnicas de marketing. O teatro é alvo de preconceitos, ele exibe sua imagem de caixa de ressonância, de arte da imitação, ele é tido como um kit de mascaras cujo uso correto deve ser dominado. Mas será que não estaríamos considerando apenas a supeficie de abordagem bem mais diversificada?
A questão central incide sobre a importância do jogo na atuação teatral e diz respeito tanto ao ator, como ponto de referencia, quanto ao não ator, adulto e criança. Não porque as praticas devessem ser as mesmas para todo mundo, mas por trata-se de delimitar a relação com o jogo como motor, e de tirar proveito disso para diferentes setores que nos interessam.
O texto exposto e debatido na aula de hoje entra em sintonia com a disciplina de tópicos da psicologia onde o autor cita sobre objetos transicionais que vem a ser essencial para a criança que, desse modo, cria seus pontos de referencia entre ela e a mãe, entre eu e o não-eu. Constatando que a realidade psíquica interior(ele não se distingui do sonho e da fantasia), nem da realidade exterior(ele não se confunde com a experiência real), que ele não esta nem dentro nem fora onde winnicott o situa em uma zona intermediaria, um espaço potencial definido como o campo da experimentação criativa.
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